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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

África - perspectivas

Depois das guerras de independência, ditaduras sanguinolentas e de políticas estruturais muitas vezes implantadas de forma a subjugar os habitantes africanos, a ótica através da qual o mundo conhece e compreende a África ainda projeta as sombras de um continente esquecido, perdido, sem esperanças. Embora, esteja em um contínuo processo de renovação, a população africana ainda se entrega a conflitos étnicos entre si. A África está mudando, têm diversos pontos positivos que vem se ampliando progressivamente.
A África ultrapassa um simples estereótipo, é mais do que um continente dependente de outros. Novos aspectos intelectuais passam a estimular o continente e os africanos. Os ideais estão se reconstruindo: a inferioridade é substituída por um pensamento de identidade cultural, havendo uma nova postura econômica.


A política é um campo onde ocorrem muitas mudanças. Conforme pesquisas realizadas em territórios africanos, houveram mudanças qualitativas nos padrões políticos africanos.
Em entrevista a uma rede de televisão brasileira, o professor, cientista e pesquisador de relação internacionais, o nigeriano Adebayo Olukoshi afirmou que se deve “assumir uma perspectiva a longo prazo” em relação à África e que a visão ocidental desse continente é decorrente das “contradições na política, na economia e na sociedade. Assegurando possuir uma visão “afro-otimista” do continente.

As estrelas animais da África

Os mamíferos constituem o majestoso cenário da África. Os mamíferos africanos fascinam pessoas de todas as idades, de diversas culturas e todas as regiões do mundo. É um espetáculo a parte dentre todos os outros animais presentes nesse enorme e diversificado continente.
Começando por aqueles que integram a famosa listra do “Big Five” – os cinco grande animais mais procurados em safáris africanos – e como já era de se esperar, todos são mamíferos. O elefante cujo tamanho e o peso são impressionantemente enormes, fazem parte dessa lista, na África o elefante ocupa regiões de savana.


Outro deles é o Rinoceronte, um símbolo entre os animais africanos, sua presença é imponente, de aspecto robusto, todavia, este animal corre o risco de extinção, em conseqüência da caça e da destruição de seus habitats naturais. Outro mamífero procurado é o Búfalo que vive em grandes grupos com mais de 2 mil indivíduos, podendo se organizar para afugentar o predador. Também há o leopardo, especialista na caça de carne fresca, com aguçado senso de caça e um modelo de predador terrestre. Fato é que o “Big Five” não estaria completo sem a presença do Leão, como o mundo nos afirma: “O Rei da Selva”.



Outros mamíferos que são notórios, e devem ser citados são: as girafas, os primatas (chimpanzés, gorilas e orangotangos), as zebras, os dromedários, os tigres, os lobos, as raposas, os coiotes, as famosas hienas, as toupeiras, os musaranhos, os coelhos, as lebres, entre tantos outros que completam o deslumbrante cenário Africano.

A valiosa África do Sul


A África do Sul é um país independente, está situado no extremo sul do continente africano e é banhado pelos oceanos Atlântico e Índico. O território encontra-se no oriente, ao sul do paralelo do equador (hemisfério sul). É a nação mais industrializada do continente Africano, conseguindo uma certa estabilidade política. Em relação a seu desenvolvimento, possui sozinha 1/5 do PIB de toda a África.



É um país rico em ouro, diamantes, carvão, ferro, minérios, cromo e urânio, vital para a indústria militar. Sua economia está ligada à prestação de serviços, indústria, além dos setores primários, como o extrativismo mineral e a produção agropecuária.
A população é formada por 5 milhões de brancos, 29 milhões de negros, 2 milhões de mulatos e 1 milhão de asiáticos, mas apesar disso, o governo é composto quase exclusivamente de brancos.




Em termos de crença religiosa, cerca de três quartos dos sul-africa são cristãos, particularmente protestantes. Pertencem a várias igrejas, incluindo muitas que combinam crenças cristãs e africanas tradicionais. Entre as religiões minoritárias inclui-se o islão, o hinduísmo e o judaísmo

Quem Foi Nelson Mandela?

Nelson Rolihlahla Mandela é um importante líder político da África do Sul, que lutou contra o sistema de apartheid no país.



Nasceu em 18 de julho de 1918 na cidade de Qunu (África do Sul). Mandela, formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999.







Principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

Apartheid


Adotada legalmente em 1948 na África do Sul, Apartheid é uma palavra de origem africana que é utilizada para denominar um regime onde os brancos detinham o poder e os povos restantes eram obrigados a viver separadamente, de acordo com regras que os impediam de exercer sua cidadania. Na lingua portuguesa, pode-se se direcionar a esse acontecimento pelas traduções mais apropriadas que sao: segragação racial ou política de segregação racial. Não eram apenas restriçoes sociais, eram restriçoes pela força da lei. Não-brancos eram, por exemplo, excluídos do governo nacional e não podiam votar exceto em eleições para instituições segregadas que não tinham qualquer poder.
Em 10 de Março de 1994, Nelson Mandela fez o juramento como presidente da África do Sul e, dentre suas primeiras ações foi criada a Comissão Verdade e Reconciliação, sendo assim reescrita a Constituição. Na eleição multi-racial seguinte, o ANC de Mandela ganhou com larga margem, definitivamente terminando com o regime apartheid.
Entretanto, a Africa do Sul pode vir a ser prejudicada por muitos anos devido as desigualdades socio-economicas promovitas e sustentadas pelo acontecimento apartheid.

As Religiões


As religiões tradicionais africanas envolvem ensinamentos, práticas e rituais que fazem a estrutura das sociedades nativas africanas e refletem concepções locais de Deus. Mesmo dentro de uma mesma comunidade, pode haver pequenas diferenças de percepção do sobrenatural. São religiões que não foram significativamente alteradas pelas religiões adotadas mais recentemente (cristianismo, islão, judaísmo e outras). Estima-se que estas religiões sejam seguidas por aproximadamente 100 milhões de pessoas em todo território africano.

Os africanos tradicionalistas quase sempre reconhecem a existência de um Deus Supremo ou Demiurgo que criou o Universo (Olodumare, Olorun, Ifá, etc). Muitas histórias tradicionais Africanas falam de como Deus ou o filho de Deus, uma vez viveu entre os homens, mas, quando os homens fezeram algo que ofendeu a Deus, o divino retirou-se para os céus.
Religiões tradicionais africanas são definidas em grande parte por linhagens étnicas e tribais, com a religião yoruba da África Ocidental sendo a mais influente.

União Africana



Um imperador etíope criou, em 25 de maio de 1963, A Organização da Unidade Africana. A hoje conhecida como União Africana é formada por mais de 50 governos africanos e tem por principal objetivo proteger os direitos dos países, do povo e promover a solidariedade e a cooperação tanto fora quanto dentro da África e entre suas nações.



O paradoxo interno no qual se constitui a África institui contrastes absurdamente latentes: A extraordinária riqueza cultural e natural ao lado dos conflitos étnicos/religiosos/políticos/territoriais (cada qual mais freqüente em determinada nação ou região específica), dispõe o povo espectador de um espetáculo agridoce, na constância, nada bonito de se ver. A força da UA está em mediar soluções, definir estratégias, propor ações, discutir mudanças. Ainda que os inúmeros conflitos e toda a sorte de problemas passados ou vigentes dificultem as ações, todo avanço deve ser levado a mérito: Cada respaldo de valorização cultural, cada atitude diplomática para reverter uma tensão ou hostilidade entre países ou grupos, cada intervenção econômica ou projeto tem sua significação e seu valor.
Perpetuar o mesmo caráter protetor, consciente e objetivo que moveu a criação da UA, também deve ser uma idéia a ser moldada: Dispor ao povo a consciência da história de si mesmo, dos caminhos percorridos e das dificuldades trilhadas, é um modo de possibilitá-lo reconhecer os avanços e buscar novas perspectivas e novos horizontes.

Dica de Filme: O Rei Leão

Trailer:


Sinopse:

Mufasa (James Earl Jones), o Rei Leão, e a rainha Sarabi (Madge Sinclair) apresentam ao reino o herdeiro do trono, Simba (Matthew Broderick). O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki (Robert Guillaume), mas ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar (Jeremy Irons), o invejoso e maquiavélico irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho e herdar o trono.

Fotos:



Africa aos extremos

É interessante notar que na África há um paradoxo entre a pobreza do povo e a riqueza da terra. Ao mesmo tempo em que o continente concentra os piores índices de desenvolvimento humano, também tem reservas de extraordinárias riquezas naturais, como o petróleo, diamante, ouro, cobre, cobalto e coltan (liga metálica usada na fabricação de componentes eletrônicos). Porém parte dessas riquezas foi drenada para financiar a violência contra as próprias populações africanas - como, por exemplo, os “diamantes de sangue” da Angola, Congo e Serra Leoa. Outra parte enriqueceu grandes investidores estrangeiros, com as bênçãos de governos instáveis e corruptos.

Uma tragédia moderna

As guerras civis africanas são as que melhor ilustram uma tragédia moderna: a violência e a miséria que “assombram” as regiões com baixo IDH. Dentre as regiões africanas mais desfavorecidas podemos destacar a República Democrática do Congo (castigado pela guerra civil de 1998 a 2002) que ocupa apenas a 167ª posição numa lista de 177 países. E como desgraça pouca é bobagem... Imaginem o que passa o Níger que ocupa nada mais nada menos que o último lugar na lista. Na verdade todos os 38 últimos colocados na lista são países do continente africano.

Estados Fracassados

Nas áreas mais pobres do planeta, convulsões sociais podem levar à implosão de governos e ao surgimento dos chamados “Estados Fracassados”. Mais uma vez, e, não por acaso, quem sai levando a pior é a África, a maior parte desses “Estados Fracassados” está nas regiões colonizadas pelo ocidente nos dois últimos séculos. A independência das antigas colônias, a partir da Segunda Guerra Mundial, deu origem a dezenas de novos países na África (território que tinha organização política bem diferente do Estado nacional à moda européia).

Dica de Filme: Diamante de Sangue

Trailer:



Sinopse:


Serra Leoa, final da década de 90. O país está em plena guerra civil, com conflitos constantes entre o governo e a Força Unida Revolucionária (FUR). Quando uma tropa da FUR invade uma aldeia da etnia Mende, o pescador Solomon Vandy (Djimon Hounson) é separado de sua família, que consegue fugir. Solomon é levado a um campo de mineração de diamantes, onde é obrigado a trabalhar. Lá ele encontra um diamante cor-de-rosa, que tem cerca de 100 quilates. Solomon consegue escondê-lo em um pedaço de pano e o enterra, mas é descoberto por um integrante da FUR. Neste exato momento ocorre um ataque do governo, que faz com que Solomon e vários dos presentes sejam presos. Ao chegar na cadeia lá está Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário nascido no Zimbábue que se dedica a contrabandear diamantes para a Libéria, de onde são vendidos a grandes corporações. Danny ouve um integrante da FUR acusar Solomon de ter escondido o diamante e se interessa pela história. Ao deixar a prisão Danny faz com que Solomon também saia, propondo-lhe um trato: que ele mostre onde o diamante está escondido, em troca de ajuda para que possa encontrar sua família. Solomon não acredita em Danny mas, sem saída, aceita o acordo.


Fotos:




domingo, 19 de outubro de 2008

As Influências Africanas em nosso País

A África é um continente com uma grande e rica diversidade cultural. Eles prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes e morte.
A tradição é a força cultural dos povos africanos em plena festa de ritmos, transmissão da cultura dos antepassados e o retrato do dia-a-dia nas aldeias africanas. A dança como força de expressão dos rituais, era chamada em todas as ocasiões, como ponto de partida para qualquer cerimônia.
O Brasil recebeu grande influência desta cultura, adquirindo costumes africanos como a capoeira, a religião candomblé, a culinária (leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê, etc.) e as danças.

Confira um vídeo sobre as informações acima:

Música Africana



Descendente de escravos nigerianos, Guem desistiu de ser jogador de futebol para dedicar-se a percussão tradicional africana e a música e dança de transe junto ao grupo Zaka formado por seus alunos. Um verdadeiro mestre dos tambores, Guem toca praticamente todos os instrumentos de percussão. Guem, este mestre do Ayom evoca um hino harmonioso, um som que penetra em nosso ser aumentando a energia vital... para Guem, o corpo humano é o principal instrumento percussivo por carregar o ritmo da vida e ele jamais dissociou as idéias e ligações espirituais dos tambores da música que ele executa em shows e em seus discos maravilhosos...
Confira aqui uma de suas músicas mais prestigiadas:
Le Serpent - Guem


sábado, 18 de outubro de 2008

Dados Gerais do Continente

Área: 30.272.922 km²
População: 910.000.000 habitantes (2006 est.)
Países: 53
Crescimento Demográfico: 0,89% ao ano
PIB: USD 459.000.000.000 (2003 est.)
PIB per cápita: USD 505
Ponto mais alto: Monte Kilimanjaro (Tanzânia) - 5.895m
Ponto mais baixo: Lago Assal (Djibouti) - -155m
Maior ilha: Madagascar - 587.041 km²
Maior lago: Vitória(Quênia, Tanzânia e Uganda) - 68.100 km²
Maior rio: Nilo - 6.671 km
Temperatura máxima registrada: 57,7ºC - El Azizi, Líbia
Temperatura mínima registrada: -23,9ºC - Lfuone, Marrocos
Litoral: 40.142 km
Altitude média: 750m
Capital mais elevada: Adis-Abeba, Etiópia - 2.408m

fonte: geocities.com/sirolus/africa.html

As máscaras africanas


A utilização de máscaras em cerimoniais é prática comum há milhares de anos na Africa. As máscaras são de fundamental importância nos rituais, sejam de iniciação, de passagem, ou de evocação de entidades espirituais. As máscaras apresentam-se, também, como elementos de afirmação étnica, expondo características de cada grupo. Assim, existe uma grande diversidade de formas e técnicas de confecção.

Normalmente, a máscara é apenas um dos elementos utilizados nas cerimônias e rituais, havendo a combinação com outras manifestações, como dança, música e instrumentos musicais.
Mas se no passado era prática generalizada, o uso de máscaras rituais teve um enorme declínio nas últimas décadas. Entretanto, a manufatura e o emprego deste objetos continua sendo um aspecto fundamental na identidade de vários grupos étnicos africanos. Por isso, já existem pessoas que trabalham pela preservação deste hábito milenar.

A máscaras são empregadas, basicamente, em eventos sociais e religiosos. Além de representarem os espíritos ancestrais, em alguns casos objetivam o controle de forças espirituais das comunidades para um determinado fim, sejam estas forças benéficas ou malignas.

Anansi


Anansi é simplesmente um dos mais importantes personagens do folclore africano, sendo ao longo do tempo difundido através de muitas lendas.
Sua aparência em grande parte dos contos é a de uma aranha com traços de homem, em algumas lendas aparece como mulher e em outras formas. Os nomes de suas histórias e dos personagens variam de acordo com as culturas. Acredita-se que sua origem vem diretamente das tribos Ashanti, sendo depois espalhada pelos grupos Akan.

Muitas lendas atribuem à Anansi a criação do Sol, da Lua e das estrelas, o ensino da agricultura e até a tentativa de prender toda a sabedoria do mundo dentro de uma cabala! Uma característica inclusa em todas suas lendas, e que talvez marque tanto Anansi, é o fato dele simplesmente conseguir enganar a todos, resolvendo facilmente seus problemas através da lábia e da sua esperteza. Uma célebre história, nomeada de O Baú de Anansi, conta como Anansi se tornou o detentor de todas as histórias do mundo.

DISCUSSÃO

Nos países mais pobres, a disputa pelos poucos recursos é feroz e desesperada, ocorrem mais guerras porque seus habitantes não conseguem suprir necessidades básicas. Resultado: miséria gerando violência, que resulta mais miséria e mais violência.
Tendo esses fatos em vista, faço a seguinte pergunta:

A POBREZA PROVOCA VIOLÊNCIA NA ÁFRICA OU A ÁFRICA É POBRE POR SER VIOLENTA?

VAMOS LÁ, DÊ A SUA OPINIÃO!

Animais da Africa


A África é bem conhecida pela sua vida selvagem nas savanas e florestas equatoriais. Existem cerca de 45 espécies de primatas, incluindo os chimpanzés e gorilas. São mais de 60 espécies de predadores carnívoros como os leões, chitas, leopardos, hienas, cães selvagens, raposas, chacais e outros. Esses animais são vitais para a manutenção do equilíbrio ecológico das áreas em que habitam. Muitas espécies de herbívoros, aves, peixes, répteis e vários outros animais compõem o rico ecossistema africano.

A partir dos anos 1940 o homem fez reduzir consideravelmente a população de animais na África, de forma direta ou indireta. Isso fez com que muitas espécies entrassem em processo de extinção. Nos últimos anos vem crescendo os esforços de proteção aos animais africanos e aumentado o policiamento de reservas demarcadas.

Etiopia



A Etiópia é um país africano, localiza-se no leste do continente, na região conhecida como chifre da África. Ao norte, o país é banhado pelo mar Vermelho, onde há cerca de 150 ilhas etíopes.

O país possui um dos menores índices de desenvolvimento humano do mundo, consequência de graves problemas socias. O Governo é dominado pela Frente Democrática Revolucionária Popular da Etiópia (EPRDF), coalisão de grupos rebeldes que assumiu o poder em 1991, após longo período de conflitos internos.

Os constantes conflitos internos ocorridos durante o século XX abalaram a já frágil estrutura econômica da Etiópia.Diante dos contínuos ataques da Somália, a Etiópia recorreu à ajuda soviética e cubana e assim conseguiu derrotar o país vizinho. Em 1990, com a dissolução da União Soviética, Mengistu perdeu seu principal aliado internacional. No ano seguinte, teve de deixar o país em conseqüência do avanço das forças da Frente Democrática Revolucionária do Povo Etíope (FDRPE).Um governo provisório assumiu o controle de todo o país, mas permitiu uma administração autônoma na Eritréia, então dominada pela Frente Popular de Libertação da Eritréia.

A Etiópia se divide em regiões administrativas, que se subdividem em províncias e distritos. Cada região desfruta de certa autonomia, que se deve mais às dificuldades topográficas e de comunicação que a uma verdadeira política descentralizadora.

Dica de Filme: O Jardineiro Fiel

Trailler:


Sinopse:

Uma ativista (Rachel Weisz) é encontrada assassinada em uma área remota do Quênia. O principal suspeito do crime é seu sócio, um médico que encontra-se atualmente foragido. Perturbado pelas infidelidades da esposa, Justin Quayle (Ralph Fiennes) decide partir para descobrir o que realmente aconteceu com sua esposa, iniciando uma viagem que o levará por três continentes.

Fotos: